A sonda OxyGuard utiliza uma membrana que cobre uma célula galvânica, gerando um sinal elétrico proporcional à pressão de oxigênio detectada — seja em água, ar, gases, vinho, azeite ou outros meios. É amplamente utilizada para medir oxigênio dissolvido na aquicultura, no monitoramento ambiental, em água potável, águas residuais, óleos ou outros fluidos. Também é capaz de medir concentrações extremamente baixas de oxigênio em gases inertes ou explosivos, bem como o teor de oxigênio do ar ambiente e a pureza de gases de oxigênio.
O modelo atual representa a terceira geração das sondas OxyGuard, incorporando avanços significativos em relação à versão original, que revolucionou a medição de oxigênio dissolvido. Além de utilizar uma química mais avançada que as sondas tradicionais com membrana, essa química foi ainda mais refinada, aliada a um design mecânico otimizado. O resultado é maior precisão e estabilidade a longo prazo.
O funcionamento da sonda é comparável ao de uma bateria: quanto maior a concentração de oxigênio no meio, mais moléculas se difundem através da membrana, transportando elétrons entre o ânodo e o cátodo, gerando o sinal de saída. Não requer tensão aplicada nem eletrônica controlada por microprocessador para operar — realiza medições continuamente, de forma autônoma, por até cerca de 30 anos, até que todo o metal do ânodo seja convertido em óxido metálico.
Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.